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sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Um artigo que se desdobrou em outras percepções pessoais...

http://flaviogikovate.com.br/sobre-estar-sozinho/´

As relações modernas ampliaram tanto os seus horizontes e as suas versões abertas, que puseram em xeque a noção de comprometimento, a necessidade de cuidar, e até menos o romantismo.
O compromisso descompromissado, que se esboça, é fruto da desconstrução dos relacionamentos tradicionais, aparentemente falidos, em que até pode existir um envolvimento emocional , mas com limites 'excessivamente' definidos e individualidade, independência e privacidade.
O que se vê são pessoas que vivem sozinhas a dois, segundo as premissas do referido escrito.
Até mesmo a intenção de duração é opcional, e absolutamente rechaçada pelo efêmero e perecível jeito de ser da relação.
Boa parte dos casais, desse modelo, prioriza o compartilhamento das coisas boas, das que não dão trabalho, desobrigando-se a tolerar os viéses da convivência.
Acredito que o equilíbrio é tudo, manter o jeito antigo do amor "grudadinho", sem ser sufocante, mas cúmplice e protetor, e ao mesmo tempo respeitar a individualidade de cada um, porque antes de ser casal, cada um é um ser humano com necessidades próprias que não podem ser ignoradas, pois seria uma farsa abstrai-se da própria originalidade, em detrimento da obrigação pela obrigação matrimonial.
O amor verdadeiro acontece sem dificuldades, sem teorias complicadas, sem esforço, e dentro da ética perfeita e irretocável que dele flui e leva ao bem estar natural.(T)




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